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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

O Náufrago



         Imagine-se em um veleiro, navegando de Santos ao Rio de Janeiro e, quando em alto mar, é envolvido por uma tempestade.
         Você está só; os ventos e a chuva açoitam a embarcação com tanta fúria e inclemência que o aterrorizam.  Faz parte do conjunto de objetos que compõem o interior do barco, um pote de dez litros de água, copinhos de plástico, onde geralmente servem café, uma escada e também uma pequena placa de madeira em que há a inscrição: a cada um segundo suas obras.
         O céu está tomado por nuvens negras; a chuva é bem fria, as ondas estão muito altas; num dado momento, a ventania arranca as velas e você se vê assim, de repente, sem o leme.
         Não tendo como controlar a situação você desesperado, percebe que a proa do veleiro se partiu e que, num átimo de segundo, as águas invadem tudo. A embarcação começa a afundar.
         Está frio. Nas águas geladas você se agarra a um pequeno destroço que o mantém na superfície. Você percebe que a estabilidade daquela sua tábua de salvação é ameaçada por algumas coisas que, naquele momento, mais o prejudicam do que ajudam.
         Então você tem de escolher: ou se livra do pote, da escada, dos copinhos de plástico e da placa, ou submerge rodeado por aquelas coisas todas.
         Ao decidir desembaraçar-se dos objetos, você nota que a intensidade dos ventos, da chuva e das ondas aumentaram bastante castigando-o muito.
         Mas felizmente, depois de muito tempo perdido naquele turbilhão, você nota que, apesar de muito sofrido, está são e salvo numa praia.
         Então, para a surpresa sua, você consegue ver que aquelas coisas todas que você lançou ao mar, durante os momentos de muita dificuldade, estão de volta ali, ao seu lado.
         Você recolheria aquilo tudo para equipar o seu próximo veleiro?

Veja o vídeo.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Transformando a realidade atual

De tempos em tempos os cidadãos se unem em busca da concretização dos ideais comuns. Então, da mesma forma que um grupo, composto por muitas empresas, foca num objetivo, intencionando a realização de uma obra, a nação toda se mobiliza.

As preocupações se dissipam com o planejamento e a certeza do bom sucesso do empreendimento. As nações dos grandes países amoldam-se assim.

É claro que ocorrem os imprevistos. Nem tudo sai conforme o planejado. Por exemplo: uma empresa, constituinte dum conglomerado, pode não cumprir os prazos, submetendo todo o conjunto a demoras incomuns.

Porém não haveria nada insolúvel quando existem os bons propósitos. Com planejamento, a mercearia não deixa de concretizar as vendas de queijo, por falta de troco.

Os governos centrais têm muita importância nesse processo todo. Imagine uma paixão popular que não tivesse o respaldo dos dirigentes principais. Tudo se tornaria mais difícil.

Aliás, não só difícil como quase impossível. O grau de embaraços se assemelharia ao do filho que se lança num empreendimento sem as bênçãos dos pais.

Qual é o pai que daria ao filho uma pedra se ele lhe pedisse pão? Da mesma forma age o governo central em relação aos anseios do seu povo.

As grandes transformações feitas pelas obras grandiosas têm como intuito principal a melhoria do padrão de vida de todas as pessoas envolvidas.

Mais conforto, possibilidade do desenvolvimento do potencial existente nas crianças e sossego aos mais antigos, seriam também alguns resultados conseguidos com a conclusão dos grandes empreendimentos transformadores da realidade atual.