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segunda-feira, 2 de maio de 2011

A Música Sertaneja







                                                  Quem me conhece sabe da minha ojeriza pela música sertaneja.

                     Essa espécie de fobia começou quando um vizinho maluco, (ele é psicopata), metido a cantor, percebeu que a cacofonia que fazia, no fundo do quintal, mais desagradava do que agradava aos do entorno.

                     Então por birra, o energúmeno repetia centenas de vezes o mesmo nhenhenhém, por horas e horas seguidas, durante dias e dias intermináveis. Era tudo feito pra “encher o saco” mesmo.

                    Agora imagine o que sentiriam as vítimas dos terremotos no Haiti e no Japão, ao ouvirem a “perola” “A Casa Caiu”, obra dessa dupla Fernando e Sorocaba.

                    Para o dono do quintal onde caiam dejetos humanos e de cão, lançados sobre os muros, toda vez que o tinhoso e seus asseclas se reuniam para infernizar, ver agora aparecerem sementes de tomates, ao invés de bosta, a troca é bem significativa.

                    Antes da repugnância, considerava a dupla sertaneja Leandro e Leonardo uma das melhores já surgidas, nesse segmento da música popular.

                    O sucesso todo, feito por eles, só foi interrompido em decorrência de uma grave doença que atingiu o Leandro. O câncer supostamente provocado por pesticidas, usados nas lavouras de tomates, onde trabalhavam quando adolescentes, teria quebrado o ciclo de êxitos dos irmãos.

                    Agora resta o Leonardo que, sozinho, além de cantar aquela sua música, faz também comerciais na TV, para os produtos que pretende vender.

                    À gente boa quero o bom sucesso.  Aos adversários, a vida longa, para que vejam de pé o triunfo dos que se esforçam, estudam, trabalham e sempre desejaram o bem para todas as pessoas.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Eurídes Brito devolverá o dinheiro?

A deputada Eurídes Brito entra na sala falando, caminha três passos para a frente, volta para trás, confirma se a porta está realmente fechada e aproxima-se da mesa de Durval Barbosa, que, com a mão esquerda deposita um fardo de dinheiro diante da política. Ela apanha a propina com a mão direita, abre o ziper da bolsa e a coloca dentro. Logo em seguida essa legítima representante do povo brasileiro sinaliza que vai sair, mas volta sentando-se na cadeira defronte a mesa de Durval. Eles murmuram as palavras, talvez com medo de quem estivesse do lado de fora pudesse ouvir. A deputada Eurídes Brito devolverá o dinheiro que não lhe pertence?

Eurídes Brito diz que "O Senhor" é que lhe dá tanta força para suportar essas mentiras todas